sábado, 18 de abril de 2009

Mídia Impressa:- Qual será seu futuro?

Há cerca de um mês vi alguns jornalista debatendo o tema, mais especificamente sobre os jornais. No final a conclusão foi unânime, os jornais têm que se adequar aos novos tempos, o jornal impresso já encontrasse em fase de extinção, repensar novas maneiras de formatação e consequentemente receitas, é imprescindível. Daqui em diante o tempo é de “internete”. Hoje o repórter envia sua matéria ou foto, até mesmo por celular, a informação está circulando muito rápido, atropelando as impressoras rotativas.

O corriqueiro adágio - de que o pior cego é o que não quer ver - se aplica com perfeição na análise sobre o atual estágio da mídia: desconhecer ou tentar ignorar os incríveis avanços tecnológicos de nossos dias, e supor que eles não terão reflexos profundos no futuro dos jornais é simplesmente impossível.

Jayme Sirotsky, Folha de S.Paulo, 5 dez. 1995.

A pesquisa do post: - Citigroup:- Melhor trimestre desde 2007 – fiz, obviamente, pela “internete”, - consultando os grandes jornais mundiais. Notei que vários – porém não a sua totalidade – utilizam-se de algumas ferramentas de bloqueio para o manuseio das matérias a não assinantes. Temos também os “e-Books” reclamando o seu espaço nos novos tempos.

Estranho! Hoje em dia é tudo "e" - electronic - e-Books, e-Course, e-Mail, e-Zine, e-Commerce - e alguns outros mais -, porém eu ainda não li nada referente a Jornais, tipo:- e-Journal. Alguém já viu? Se eu vi, ou li, está - no momento - escapando da memória. :-)

Eu particularmente ainda gosto do contado com o produto físico, - o folhear as páginas. Perderemos a sensação agradável causada pelo ato de tatear, essa será completamente suprimida na leitura eletrônica.

Ganhamos por outro lado? Sim, óbvio que ganhamos! Mas o objetivo deste post é ser um pouco nostálgico.

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Um comentário:

Renato Lima disse...

Olá,
A Amazon lançou uma nova versão do leitor eletrônico Kindle, maior e justamente com acordos com grandes jornais para ser uma alternativa de leitura. Boa parte dos gastos de imprensa é com papel e distribuição, portanto, o que for possível reduzir nisso é uma boa, desde que um formato alternativo de leitura seja viável... Na rádio esse problema já não existe e a digitalização é uma grande aliada a aumentar a longevidade de programas e entrevistas (como é o caso do nosso programa de rádio sobre livros Café Colombo, em www.cafecolombo.com.br ou da BBC - www.bbc.co.uk/radio4 por exemplo).

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