segunda-feira, 30 de abril de 2007

Laura Pausini in Brasile

Neste ultimo sábado, ou melhor, madrugada de domingo assisti ao Programa Altas Horas de Serginho Groisman onde compareceu Ivete Sangalo e Laura Pausini.

Mas neste post me interessa falar desta cantora italiana que está tendo uma carreira fantástica. Ela veio ao Brasil para promover seu mais novo CD, Io canto (Warner Music). Cumpriu uma agenda promocional, com entrevistas em TV, rádios, jornais e tarde de autógrafos. Não houve nenhum show.

A cantora Laura Pausini se apresentará no dia 2 de junho em Milão no estádio San Siro, onde aproveitará para gravar um DVD. Foram disponíveis 70 mil ingressos, dos quais 60 mil já foram vendidos.

Além de ser a primeira mulher a fazer uma apresentação no estádio de San Siro, Laura Pausini também se tornará a artista italiana com a maior platéia da história.

É um sonho que se realiza. Não sei se na minha vida farei novamente um show em um estádio. Por isto, gravarei um DVD para imortalizar este momento, disse Laura.

Mesmo já tendo se apresentado em estádios em Porto Rico e na América do Sul, nada é comparável com o San Siro, definiu a cantora em relação à imponência do estádio onde jogam dois dos maiores times de futebol da Itália, Milan e Inter de Milão.

Em 15 anos de carreira, um Grammy e 25 milhões de discos (CDs) vendidos.

Ma che cantante carismática.

Eu tive o privilégio em 1993 de ganhar seu primeiro CD no meu aniversário.

Quando eu morava na Itália entre 2004/2005, na cidade de Ravenna registrei um outdoor de uma apresentação que ela faria na Pala de André, uma espécie de ginásio esportivo, em 30 de janeiro de 2005.

Assista ao belo vídeo onde Laura canta Non C’è – ao vivo. Contagie-se com a troca de energia entre ela e o público.

No Submarino.com CDs e DVDs da Laura Pausini com frete grátis para todo o Brasil

Dia de Frei Galvão: Feriado ou Não?

Finalmente o Brasil, o país com o maior número de católicos ganha um Santo, Antônio de Sant'Anna Galvão (1739-1822).

Matéria na Revista Época: Frei Galvão!!!O projeto aprovado institui o dia apenas no calendário cultural histórico. "Não cria ponto facultativo, não cria feriado, não cria dia santo. Cria apenas uma homenagem cultural e não religiosa", reafirmou o relator, deputado Átila Lira (PSB-PI).

Fonte: O Estado de São Paulo por Denise Madueño

Segundo o texto final aprovado, institui o feriado nacional apenas em 2007 conforme seu parágrafo único.

TEXTO FINAL APROVADO PELA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO.


PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 55, DE 2007

Institui o "Dia de Santo Antônio de Sant'Anna Galvão", a ser comemorado no dia 11 de maio.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º É instituído o "Dia de Santo Antônio de Sant'Anna Galvão", a ser comemorado, anualmente, no dia 11 de maio.
Parágrafo único. No ano de 2007, o dia 11 de maio será feriado nacional.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte:
Secretaria-Geral da Mesa.
Dúvidas, reclamações e informações: Secretaria-Geral da Mesa.
No Site do Senado Federal.

Lilian Wite Fibe (Alemã)

O que motivou esta incontrolável risada da apresentadora do tempo alemã? Simplesmente o erro técnico da emissora? Muito hilário!

Se não está visualizando a tela do YouTube. Clique aqui!

domingo, 29 de abril de 2007

MERCK: Manual de Saúde para Familia

Acesse o Manual!!!

Para adicionar aos seus Favoritos: Manual Médico para a Família.

A Empresa Farmacêutica "Merck Sharp & Dome" tem traduzido em 18 línguas diferentes sua obra: Saúde para a Família.

Graças às suas características de texto conciso, de rigor, e de fácil consulta, obteve o estatuto de obra de referência. Agora, já está acessível em português e gratuitamente.

Manual Merck de Saúde para a Família.

Sobre MSD:

Conheça melhor a história da Merck Sharp & Dohme em Portugal e no mundo, bem como a sua missão, visão e valores.

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sexta-feira, 27 de abril de 2007

Soluções para Ladrões do Tempo - Encarcerando

No Blogando por Dinheiro a Nospheratt desenvolveu um post muito interessante sobre a administração do tempo de um Blogueiro: - Soluções para Ladrões de Tempo.

Aproveitando o gancho e utilizando o mesmo título para o post: - Soluções para Ladrões de Tempo, resolvi resumir em poucos parágrafos a essência da questão e como podemos desenvolver a solução.

Em suma, as atividades que desperdiçam tempo são como câncer. Não têm qualquer função útil, drenam a vitalidade, não desaparecem voluntariamente e tendem a se desenvolver.

A cura possível é a cirurgia radical.

Verifique seu cronograma diário, calendário de compromissos, a lista de leitura, os hábitos de navegar na internet ou, o assistir à televisão e elimine tudo que não lhe proporcionar uma sensação de realização ou satisfação.

A criação de hábitos saudáveis, por si só, eliminarão aos poucos os maus hábitos.

Você pode escolher em que vai acreditar sobre si mesmo, e essas convicções vão determinar suas ações.

 

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Aterrisagem forçada

Um vídeo muito bem feito com um efeito especial fantástico e uma bela pitada de humor.
 
Disponibilizei o vídeo original no DivShare, se bem que a qualidade é quase igual.
Tamanho: 2.189KB.
Tempo de duração: 3minutos e 01segundo.
 
 
 
 
 
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Elbert Hubbard: Trabalho Criativo

O prazer do trabalho criativo consiste em descobrir que você está extraindo pepitas de poder de seu próprio universo, e o achado vem como uma grande e grata surpresa.

Leia a excelente obra: - Uma mensagem a Garcia do mesmo autor neste Blog.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Como nasce um paradigma

Para refletir e absorver este conhecimento...

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.

Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.

Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

Caricatura Albert EinsteinNão perca a oportunidade de vez em quando, se questionem porque fazem algumas coisas sem pensar...

"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO"
(Albert Einstein)

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terça-feira, 24 de abril de 2007

Lilian Wite Fibe - A velhinha o namorado e o viagra


Lilian Wite Fibe apresentava o Jornal da Lilian - no Terra, quando uma notícia deixou-a desconcertada. Uma velhinha de 80 anos na cadeira de rodas e seu namorado de 50 contrabandeavam ecstasy mas diziam pensar ser viagra. A notícia gerou alguns segundos de caos e risadas da apresentadora.


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Uma mensagem a Garcia

Gostaria de ter inaugurado este Blog com este texto que tomei conhecimento em meados de 1985 e faz parte de minha vida desde então. É um tema que não importe o tempo que passe será sempre atual. O texto é longo, mas vale a pena ler até o final.

Recomendo que o releia a pelo menos cada 6 meses.

Espero que você aprecie e possa tirar bons frutos dessa mensagem.

Alberto Mengozzi


Apologia do Autor

Esta insignificância literária, UMA MENSAGEM A GARCIA, escrevia-a uma noite, depois do jantar, em uma hora. Foi a 22 de fevereiro de 1899, aniversário natalício de Washington, e o número de Março da nossa revista "Philistine" estava prestes a entra no prelo. Encontrava-me com disposição de escrever, e o artigo brotou espontâneo do meu coração, redigido, como foi, depois de um dia afanoso, durante o qual tinha procurado convencer alguns moradores um tanto renitentes do lugar, que deviam sair do estado comatoso em que se compraziam, esforçando-me por incutir-lhes radioatividade.

A idéia original, entretanto, veio-me de um pequeno argumento ventilado pelo meu filho Bert, ao tomarmos café, quando ele procurou sustentar ter sido Rowan o verdadeiro herói de Guerra de Cuba. Rowan pôs-se a caminho só e deu conta do recado - levou a mensagem a Garcia. Qual centelha luminosa, a idéia assenhoreou-se de minha mente. É verdade, disse comigo mesmo, o rapaz tem toda a razão, o herói é aquele que dá conta do recado - que leva a mensagem a Garcia.

Levantei-me da mesa e escrevi "Uma mensagem a Garcia" de uma assentada. Entretanto liguei tão pouca importância a este artigo, que até foi publicado na Revista sem qualquer título. Pouco depois de a edição ter saído do prelo, começaram a afluírem pedidos para exemplares adicionais do número de Março do "Philistine": uma dúzia, cinqüenta, cem: e quando a American News Company encomendou mais mil exemplares, perguntei a um dos meus empregados qual o artigo que havia levantado o pó cósmico.

-"Esse de Garcia" - retrucou-me ele.

No dia seguinte chegou um telegrama de George H. Daniels, da Estrada de Ferro Central de Nova York, dizendo: "Indique preço para cem mil exemplares do artigo Rowan, sob forma folheto, com anúncios estrada de ferro no verso. Diga também até quando pode fazer entrega".

Respondi indicando o preço, e acrescentando que podia entregar os folhetos dali a dois anos. Dispúnhamos de facilidades restritas e cem mil folhetos afiguravam-se-nos um empreendimento de monta.

O resultado foi que autorizei o Sr. Daniels a reproduzir o artigo conforme lhe aprouvesse. Fê-lo então em forma de folhetos, e distribui-os em tal profusão que, duas ou três edições de meio milhão se esgotaram rapidamente. Além disso, foi o artigo reproduzido em mais de duzentas revistas e jornais. Tem sido traduzido, por assim dizer, em todas as línguas faladas.

Aconteceu que, justamente quando o Sr. Daniels, estava fazendo a distribuição da Mensagem a Garcia, o Príncipe Hilakoff, Diretor das Estradas de Ferro Russas, se encontrava neste país. Era hóspede da Estrada de Ferro Central de Nova York, percorrendo todo o país acompanhando o Sr. Daniels. O príncipe viu o folheto, que o interessou, mais pelo fato de ser o próprio Sr. Daniels quem o estava distribuindo em tão grande quantidade, que, propriamente por qualquer outro motivo.

Como quer que seja, quando o príncipe regressou à sua Pátria mandou traduzir o folheto para o russo e entregar um exemplar a cada empregado de estrada de ferro na Rússia. O breve trecho foi imitado por outros países; da Rússia o artigo passou para a Alemanha, França, Turquia, Hindostão e China. Durante a guerra entre Rússia e o Japão, foi entregue um exemplar da "Mensagem a Garcia" a cada soldado russo que se destinava ao front.

Os japoneses, ao encontrar os livrinhos em poder dos prisioneiros russos, chegaram à conclusão que havia de ser cousa boa, e não tardaram em vertê-lo para o japonês. Por ordem do Mikado foi distribuído um exemplar a cada empregado, civil ou militar do Governo Japonês.

Para cima de quarenta milhões de exemplares de "Uma Mensagem a Garcia" tem sido impressos, o que é sem dúvida a maior circulação jamais atingida por qualquer trabalho literário durante a vida do autor, graças a uma série de circunstâncias felizes. - E. H.

East Aurora, dezembro 1, 1913.


Uma Mensagem a Garcia.

Em todo este caso cubano, um homem se destaca no horizonte de minha memória como o planeta Marte no seu periélio. Quando irrompeu a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava a estes era comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurretos, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza no interior do sertão cubano, mas sem que se pudesse precisar exatamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. No entanto, o Presidente tinha que tratar de assegurar-se da sua colaboração, e isto quanto antes. Que fazer? Alguém lembrou ao Presidente: "Há um homem chamado Rowan; e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan".

Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito, e, após quatro dias, saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregando a carta a Garcia - são cousas que não vem ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mac Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan pegou-a e nem sequer perguntou: "Onde é que ele está"?

Hosannah! Eis aí um homem cujo busto merecia ser fundido em bronze imarcescível e sua estátua colocada em cada escola do país. Não é de sabedoria livresca que a juventude precisa, nem instrução sobre isto ou aquilo. Precisa, sim de um endurecimento das vértebras, para poder mostrar-se altivo no exercício de um cargo; para atuar com diligência, para dar conta do recado; para, em suma, levar uma mensagem a Garcia.

O General Garcia já não é deste mundo, mas há outros Garcias. A nenhum homem que se tenha empenhado em levar avante uma empresa, em que a ajuda de muitos se torne precisa, tem sido poupados momentos de verdadeiro desespero ante a imbecilidade de grande número de homens, ante a inabilidade ou falta de disposição de concentrar a mente numa determinada cousa e fazê-la.

Assistência irregular, desatenção tola, indiferença irritante, e trabalho mal feito, parecem ser a regra geral. Nenhum homem pode ser verdadeiramente bem sucedido, salvo se lançar mão de todos os meios ao seu alcance, quer da força, quer do suborno, para obrigar outros homens a ajudá-lo, a não ser que Deus Onipotente, na sua grande misericórdia, faça um milagre enviando-lhe como auxiliar um anjo de luz.

Leitor amigo, tu mesmo podes tirar a prova. Estás sentado no teu escritório, rodeado de meia dúzia de empregados. Pois bem, chama um deles e pede-lhe: "Queira ter a bondade de consultar a enciclopédia e de me fazer uma descrição sucinta da vida de Corrégio". Dar-se-á o caso do empregado dizer calmamente: "Sim, Senhor" e executar o que se lhe pediu?

Nada disso! Olhar-te-á perplexo e de soslaio para fazer uma ou mais das seguintes perguntas:

Quem é ele?

Que enciclopédia?

Onde é que está a enciclopédia?

Fui eu acaso contratado para fazer isso?

Não quer dizer Bismark?

E se o Carlos o fizesse?

Já morreu?

Precisa disso com urgência?

Não será melhor que eu traga o livro para o senhor mesmo procure o que quer?

Para que quer saber isso?

E aposto dez contra um que, depois de haveres respondido a tais perguntas, e explicado a maneira de procurar os dados pedidos e a razão por que deles precisas, teu empregado irá pedir a um companheiro que o ajude a encontrar Garcia, e, depois voltará para te dizer que tal homem não existe. Evidentemente, pode ser que eu perca a aposta; mas, segundo a lei das médias, jogo na certa. Ora, se fores prudente, não te darás ao trabalho de explicar ao teu "ajudante" que Corrégio se escreve com "C" e não com "K", mas limitar-te-ás a dizer meigamente, esboçando o melhor sorriso: "Não faz mal; não se incomode", e, dito isto, levantar-te-ás e procurarás tu mesmo. E esta incapacidade de atuar independentemente, esta inépcia moral, esta invalidez da vontade, esta atrofia de disposição de solicitamente se por em campo e agir - são as cousas que recuam para um futuro tão remoto o advento do socialismo puro. Se os homens não tomam a iniciativa de agir em seu próprio proveito, que farão quando o resultado do seu esforço redundar em benefício de todos? Por enquanto parece que os homens ainda precisam ser feitorados. O que mantém muitos empregados no seu posto e o faz trabalhar é o medo de se não o fizer, ser despedido no fim do mês. Anuncia precisar de um taquígrafo, e nove entre dez candidatos à vaga não saberão ortografar nem pontuar - e, o que é mais, pensam que não é necessário sabê-lo. Poderá uma pessoa destas escrever uma carta à Garcia?

"Vê aquele guarda-livros", dizia-me o chefe que uma grande fábrica.

"Sim, que tem";

"É um excelente guarda-livros. Contudo, se eu o mandasse fazer um recado, talvez se desobrigasse da incumbência a contento, mas também podia muito bem ser que no caminho entrasse em duas ou três casas de bebidas, e que, quando chegasse ao seu destino, já não se recordasse da incumbência que lhe fora dada".

Será possível confiar-se a um tal homem uma carta para entregá-la a Garcia?

Ultimamente temos ouvido muitas expressões sentimentais externando simpatia para com os pobres entes que mourejam de sol a sol, para com os infelizes desempregados à cata do trabalho honesto, e tudo isto, quase sempre, entremeado de muita palavra dura para com os homens que estão no poder.

Nada se diz do patrão que envelhece antes do tempo, num baldado esforço para induzir eternos desgostosos e descontentes a trabalhar conscienciosamente; nada se diz de sua longa e paciente procura de pessoal, que, no entanto, muitas vezes nada mais faz do que "matar o tempo", logo que ele volta às costas. Não há empresa que não esteja despedindo pessoal que se mostre incapaz de zelar pelos seus interesses, a fim de substituí-lo por outro mais apto. E este processo de seleção por eliminação está se operando incessantemente, em tempos adversos, com a única diferença que, quando os tempos são maus e o trabalho escasseia, a seleção se faz mais escrupulosamente, pondo-se fora, para sempre, os incompetentes e os inaproveitáveis. É a lei da sobrevivência do mais apto. Cada patrão, no seu próprio interesse, trata somente de guardar os melhores - aqueles que podem levar uma mensagem a Garcia.

Conheço um homem de aptidões realmente brilhantes, mas sem a fibra precisa para gerir um negócio próprio e que ademais se torna completamente inútil para qualquer outra pessoa, devido a suspeita insana que constantemente abriga de que seu patrão o esteja oprimindo ou tencione oprimi-lo. Sem poder mandar, não tolera que alguém o mande. Se lhe fosse confiada uma mensagem a Garcia, retrucaria provavelmente: "Leve-a você mesmo". Hoje este homem perambula errante pelas ruas em busca de trabalho, em quase petição de miséria. No entanto, ninguém que o conheça se aventura a dar-lhe trabalho porque é a personificação do descontentamento e do espírito de réplica. Refratário a qualquer conselho ou admoestação, a única cousa capaz de nele produzir algum efeito seria um pontapé dado com a ponta de uma bota de número 42, sola grossa e bico largo.

Sei, não resta dúvida, que um indivíduo moralmente aleijado como este, não é menos digno de compaixão que um fisicamente aleijado. Entretanto, nesta demonstração de compaixão, vertamos também uma lágrima pelos homens que se esforçam por levar avante uma grande empresa, cujas horas de trabalho não estão limitadas pelo som do apito e cujos cabelos ficam prematuramente encanecidos na incessante luta em que estão empenhados contra a indiferença desdenhosa, contra a imbecilidade crassa e a ingratidão atroz, justamente daqueles que, sem o seu espírito empreendedor, andariam famintos e sem lar.

Dar-se-á o caso de eu ter pintado a situação em cores demasiado carregadas? Pode ser que sim; mas, quando todo mundo se apraz em divagações quero lançar uma palavra de simpatia ao homem que imprime êxito a um empreendimento, ao homem que, a despeito de uma porção de empecilhos, sabe dirigir e coordenar os esforços de outros e que, após o triunfo, talvez verifique que nada ganhou; nada salvo a sua mera subsistência.

Também eu carreguei marmitas e trabalhei como jornaleiro, como, também tenho sido patrão. Sei, portanto, que alguma cousa se pode dizer de ambos os lados.

Não há excelência na pobreza de per si; farrapos não servem de recomendação. Nem todos os patrões são gananciosos e tiranos, da mesma forma que nem todos os pobres são virtuosos.

Todas as minhas simpatias pertencem ao homem que trabalha conscienciosamente, quer o patrão esteja, quer não. E o homem que, ao lhe ser confiada uma carta para Garcia, tranquilamente toma a missiva, sem fazer perguntas idiotas, e sem a intenção oculta de jogá-la na primeira sarjeta que encontrar, ou praticar qualquer outro feito que não seja entregá-la ao destinatário, esse homem nunca fica "encostado" nem tem que se declarar em greve para forçar um aumento de ordenado.

A civilização busca ansiosa, insistentemente, homens nestas condições. Tudo que um tal homem pedir, ser-lhe-á de conceder. Precisa-se dele em cada cidade, em cada, vila, em cada lugarejo, em cada escritório, em cada oficina, em cada loja, fábrica ou venda. O grito do mundo inteiro praticamente se resume nisso: Precisa-se, e precisa-se com urgência de um homem capaz de levar uma mensagem a Garcia.

Elbert Hubbard.

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quinta-feira, 19 de abril de 2007

IF (SE) - Rudyard Kiplin

Penso ser este o mais belo poema no qual um pai dá conselhos a seu filho sobre como ser um homem de bem. Vale a pena ser registrado.

Tradução de Guilherme de Almeida.

SE

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses, no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem,
meu filho!

Rudyard Kipling

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Texto extraido do site Wikipédia

Joseph Rudyard Kipling!!! Joseph Rudyard Kipling (Bombaim, Índia, 30 de Dezembro de 1865 - 18 de Janeiro de 1936) foi um autor e poeta britânico.

Em 1907 ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.

Foi educado em Bideford, na Inglaterra. Em 1882 voltou à Índia, onde trabalhou para jornais britânicos. Começou sua carreira literária em 1886 e tornou-se conhecido como escritor de contos.

Foi o poeta do Império Britânico e seus soldados, que retratou em vários contos, alguns deles reunidos no volume Plain Tales from the Hills', de 1888.

Em 1894 lançou O livro da selva, que se tornou internacionalmente um clássico para crianças, também conhecido pelo seu personagem principal: o pequeno Mowgli, retratado em um filme e em um desenho produzido pelos Estúdios Walt Disney.

 

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domingo, 1 de abril de 2007

Melhores do Mundo no Programa do JÔ

Mais um vídeo sensacional. Estes atores comediantes são fantásticos. Você irá vivenciar alguns minutos de pura diversão.
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